Trata-se de uma manobra que o Estado faz para não criar vínculo empregatício com os docentes e ter que pagar direitos
Por Daniele Lopes
Falta-de-professor
O ano letivo já iniciou e ainda faltam professores na rede estadual de ensino. O secretário de Educação do Estado, Herman Woorwald, reconheceu, na semana passada, que houve falha na gestão de contrato dos professores temporários, que são obrigados a ficarem parados 40 dias após cada período de um ano.
Trata-se de uma manobra que o Estado faz para não criar vínculo empregatício com os docentes e ter que pagar direitos.
“Isso é inadmissível. Os alunos estão sendo prejudicados por erro de gestão. Não dá mais para a educação do Estado de São Paulo continuar em segundo plano”, afirma o deputado Alencar.
Em Guarulhos, a situação das escolas estaduais não é diferente. Nesta terça-feira (4), reportagem do jornal Guarulhos Hoje trás informações de que faltam pelo menos 400 professores do estado na cidade.
“O PSDB já está há 20 anos no governo do Estado e esse tipo de descaso ainda continua ocorrendo”, finaliza Alencar.
O Ministério Público (MP) de São Paulo diz que irá investigar o caso.

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